Em busca de Inquietos, Danone muda todo o seu processo de seleção de estágios e trainees

Danone Camp
Turma Danone Camp 2015

“Durante uma das reuniões foi questionado quem seria o responsável por um projeto piloto da empresa no Rio de Janeiro. Conhecendo minhas habilidades e sabendo que esse seria um desafio que me desenvolveria e me daria visibilidade na empresa, se desse certo, pedi ao time para ser o responsável. Com menos de 1 mês no projeto desembarquei no RJ com o objetivo de fazer as coisas acontecerem. Até aquele momento eu não sabia, mas essa atitude e, posteriormente, a experiência, fizeram toda diferença para meus primeiros passos no cargo. Durante 3 meses fui responsável por garantir a execução do projeto, lidando diretamente com a força de vendas, aproximadamente 300 pessoas e mais de 500 lojas. Por ser um dos projetos prioritários da empresa existia uma pressão para entregar os resultados, essa mistura de pressão, descobrimento e autodesenvolvimento foi fundamental para meu desenvolvimento pessoal e profissional.” Continuar lendo “Em busca de Inquietos, Danone muda todo o seu processo de seleção de estágios e trainees”

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[Perfil-Inquieto] Tati Bueno

Tati BuenoO ano de 2015 começou, para mim, com buscas. Queria fazer algo que me desafiasse pessoalmente, não profissionalmente. Queria algo que me fizesse refletir e entender o que eu quero da vida. Foi aí que eu caí no Laboratório dos Sonhos, um curso inovador da FazINOVA, empresa que a Bel Pesce fundou. Eu me matriculei sem nem saber direito como seria, mas o nome e a mini-proposta que eu vi me pareceram perfeitos para o que eu buscava. Quando me chamaram para fazer a entrevista prévia eu gelei. Pensar em sonhos nunca foi meu forte, juro. Sempre fui uma pessoa a la Zeca Pagodinho (Deixa a vida me levar…). Eu sabia que ia ter de enfrentar a pergunta mais difícil da  minha vida: “O que você quer estar fazendo daqui a cinco anos?”. Acho a pergunta bem válida, não tenho nada contra. Mas, para mim, ela é muito estressante. A resposta direta é: “Não sei”.

Ao entrar na FazINova naquele dia da entrevista eu já estava uma pilha de nervos porque sabia que precisaria, na próxima uma hora, olhar para dentro de mim profundamente e ser sincera não apenas com a moça simpática que havia respondido meus e-mails, mas também comigo mesma. E lá eu cheguei no prédio, entrei na FazInova e fui recepcionada com muitos “Boas tardes” e sorrisos sinceros da equipe. Me senti bem, mas não confortável o suficiente com o que me esperava. Foi quando a Tati (Para os não íntimos é Tatiana Bueno) apareceu e me levou para a salinha. Ela foi tão simpática e estava tão entusiasmada com o curso que me contagiou. Fiquei nervosa, demorei para responder muitas perguntas, não sabia a resposta de outras tantas, mas a sensação-fim foi de alívio: uma batalha foi vencida. Agora faltam outras 18 (número de encontros do curso). Falar de mim naquele momento me fez muito bem, ainda mais porque me identifiquei com a Tati logo de cara: ela veio do interior do Rio de Janeiro, eu do interior de São Paulo; ela veio em busca de um sonho, eu também; ela achava a cidade de certa forma hostil, eu lhe contei minha péssima experiência dos primeiros anos em São Paulo; ela mostrou muita força de vontade, e eu também sempre achei que tenho de sobra. 
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